terça-feira, 16 de abril de 2013

TRILOGIA ESPIRITA: Baseada na história da família Sales de Albuquerque e da escrava Tonha (Mônica de Castro)



Resumo retirado do terceiro livro da série "Lembranças que o Vento Traz" que resume praticamente toda a beleza dessa história.

SENTINDO NA PRÓPRIA PELE
Aos noventa e sete anos, Tonha presencia a abolição da escravatura e se recusa a deixar a fazenda onde viveu a sua vida quase toda. Chamados a intervir, Clarissa e Luciano, os jovens filhos do senhor daquelas terras, não conseguem persuadi-la a partir. A muito custo, Clarissa convence o pai a deixar Tonha ficar num pequeno quartinho, onde ela narra a sua história...
No início do século dezenove, Tonha vem da África num navio negreiro para servir de presente de aniversário para a filha de um rico fazendeiro. Vendida pelo chefe de sua tribo, é arrancada dos braços de sua mãe e arrastada à força, até que chega ao Brasil, e, após breves ensinamentos, está pronta para ser apresentada a Aline, sua nova dona. Aline, a criança branca e rica, com o tempo se afeiçoa a Tonha e passa a questionar as atitudes do pai, contrapondo-se à forma como ele trata os escravos. As duas meninas crescem juntas, Tonha sempre sob a proteção de Aline, até que conhecem dois rapazes, Inácio e Cirilo, por quem se apaixonam. Aline e Cirilo logo ficam noivos, enquanto Tonha é obrigada a viver um romance oculto com Inácio. A partir daí, os acontecimentos se sucedem, e Tonha passa a sentir na própria pele o mesmo tipo de tratamento que infligira aos mais humildes quando era Cláudia, uma moça rica e fútil, que, em outra vida, desprezara os verdadeiros valores do espírito. Até que os destinos se entrelaçam e a vida cuida de mostrar a cada um o valor do respeito e do perdão.

COM O AMOR NÃO SE BRINCA
Tonha, agora uma senhora de idade, continua a serviço da mesma família, mas é
obrigada a suportar a antipatia de Palmira, mãe dos gêmeos Fausto e Rodolfo. Idênticos fisicamente, os gêmeos, porém, se diferenciam em temperamento. Enquanto Fausto é íntegro e honesto, Rodolfo é invejoso e ardiloso, e trama para forçar um envolvimento com Júlia, noiva de seu irmão, provocando neste desmesurado ciúme.
Mas o destino lhes reserva outros caminhos, e Rodolfo acaba conhecendo Marta, filha do capataz da fazenda, que se apaixona por ele e tudo fará para conquistar-lhe o coração. Ao mesmo tempo, outros personagens vão surgindo, como Camila, filha de Palmira, e seus filhos, Dário e Túlio, este envolvido nos prazeres e no crime. Ao mesmo tempo, na fazenda vizinha, uma família de judeus sofre com o preconceito e a enfermidade da única filha, acometida de tuberculose. Mas o mundo espiritual traça para eles planos bem maiores, e a ajuda vem na forma de um padre conhecedor das coisas ocultas, e de Marta, médium de cura que auxilia na recuperação da enferma. Muitas intrigas e mentiras surgem no decorrer da história, enquanto a vida vai colocando Fausto e Rodolfo diante de situações que os chamam a vivenciar e vencer seus sentimentos mais difíceis. Para Rodolfo, o ódio. Para Fausto, o ciúme.

LEMBRANÇAS QUE O VENTO TRAZ
Este é o final da trilogia que se iniciou com o livro Sentindo na Própria Pele, passando por Com o Amor Não se Brinca até chegar a este, Lembranças que o Vento Traz que encerra a história da família Sales de Albuquerque e da escrava Tonha, que a ela se ligou por laços de amor e ódio do passado. A seqüência dos acontecimentos, iniciados há 200 anos, termina em Cabo Frio, terra natal de meu avô Edmundo, que apresentou as personagens reais, em espírito, ao Leonel, para que ele trouxesse a sua história como exemplo para todos nós. Mas a história não é dele nem foi ele quem a viveu. Suas personagens são pessoas que ele um dia conheceu, embora não tenha tido uma convivência mais próxima com nenhuma delas. Eram coisas de cidade pequena, no final do século XIX, onde todo mundo se conhecia, ao menos, de nome ou de ouvir falar.
Segundo me disse meu avô, são uma família como tantas outras, mas cujas verdades desconhecemos. Ninguém nunca soube do drama que se desenrolou naquela casa, e para os habitantes da cidade, eram apenas pessoas que viviam ali, meio afastadas de tudo e de todos. Pessoas quietas e sem importância, que não despertavam a atenção de ninguém. Mas a morte do corpo desperta essas verdades, e é aí que vemos que elas jamais serão sem importância.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Trilogia "Cinquenta Tons" (E L James)




Até que enfim acabei de ler a trilogia “Cinqüenta Tons de Cinza”, a frase inicial uso em tom de alivio, já que apenas gostei de dois pontos do livro em primeiro lugar o perfil psicológico do Christian Grey, que por sinal muito pouco explorado e em segundo lugar as capas dos livros que simplesmente amei básicas e criativas, captando o assunto abordado em cada livro. Perguntam-me se não gostei então porque não parei no primeiro livro. A resposta é quando termina o primeiro livro “Cinqüenta tons de cinza” fica aquele suspense com gostinho de quero mais e quando embarquei no “ Cinqüenta Tons mais escuros” em que a personalidade do personagem começa a ser abordada mais afundo, ficamos então curioso a cada pagina lida, com o passar das páginas se torna cansativo, então é quando chega “Cinqüenta Tons de Liberdade” e passo a me questionar se já cheguei até aqui por quê não perder um pouco mais de tempo.
Li e odiei, acho muito ibope pra uma estória tão mal estruturada e situações repetitivas. Pulei inúmeras páginas quando o sexo se tornou apenas tema central, pois eram inúmeras páginas sobre uma fraca transa sadomasoquista. Cheia de momentos piegas e irritantes, diálogos retardados e zero a acrescentar a qualquer pessoa. em muitos momentos pensei em abandonar os livros da série, mas os dramas do Grey conseguiram me segurar, dramas esses que não me conquistaram.


domingo, 6 de fevereiro de 2011

Caldas do Jorro

Caldas do jorro é uma cidade que se tornou turística, pois possui uma água com temperatura muito elevada são 48° de temperatura. Situada no Município de Tucano no estado da Bahia suas águas são conhecidas pelo valor medicinal que gera significativo fluxo turístico. Limpa, abundante, com grande pressão e desprendimento de gases espontâneos, suas águas emergem de uma profundidade de 1.861,42 metros.




Localizada próximo aos estados de Sergipe, Alagoas e Pernambuco, ficam próximas as seguintes cidades baianas: Paulo Afonso, Feira de Santana e Senhor do Bonfim. A cidade é famosa também pelo artesanato que vão desde os feitos em couro, madeira e sisal e na culinária se destaca pela famosa carne de bode. E a farra ainda pode continuar no distrito de Jorrinho que fica nas proximidades.







Caldas do Jorro conta com praças, Parque das Águas com instalações de banho termal a uma temperatura de 48°C, duas piscinas com tuboàgua, quadras, camping, vasta área verde, um mercado de artesanato etc.






Existem também vários bares e restaurantes ao redor da Praça Ana Oliveira, onde estão as bicas de água termal. Lá, você pode deliciar-se com a culinária da região, baseada principalmente no bode e carneiro assados, ensopados, carne assada na brasa e buchada. Muitos hotéis e pousadas estão em volta da praça principal.



História sobre suas Propriedades terapêuticas:

As análises físico-químicas foram iniciadas no local do poço com transporte de amostra para a sede do L.P.M., em cuja seção de Hidrografia do Ministério da Minas e Energia, foi completada a
análise quimica nada foi revelado além dos elementos já dosados e pesquisados. Com propriedades terapeuticas bastante conhecida e comprovadas, as aáguas de Calda do Jorro, tem grande poder curativo e são indicadas no caso de doenças alérgicas, dermatoses, gastro intestinais, dispepsias, gastrites, colites, prisão de ventre, doenças do fígado e dos rins, manifestações úricas, acne, furunculose e parasitosas da pele. assim sendo considerada por muitos como a melhor fonte de água do Brasil.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

As Crônicas de Nárnia

Com refêrencias claras a biblia, desde a criação do mundo até o apocalipse As crônicas de Nárnia é uma imocionante fábula com histórias, personagems e paisagens tão bem elaborados que só nos resta viajar por cada uma daquelas aventuras.

O mundo de Nárnia é paralelo ao nosso e pode ser acessado de qualquer lugar ou momento, de maneira imprevisível. Ele tem formato plano, o céu é uma grande cúpula e é banhado por um oceano, que segue até a borda desse mundo, no País de Aslam.

Nárnia também é o nome do principal país desse mundo, seu território vai do Ermo do Lampião, onde Lúcia encontrou-se com o Sr. Tumnus (em O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa), até o Palácio de Cair Paravel, na Foz do Grande Rio, onde foram coroados como reis os irmãos Pevensie.

Ao norte de Nárnia, do outro lado do rio Ruidoso, existe uma região habitada por gigantes. Antes havia uma cidade, mas foi destruída, permanecendo apenas o castelo de Harfang. Ao sul de Nárnia está localizada a Arquelândia, um país irmão cujos habitantes são descendentes do primeiro rei de Nárnia, o rei Franco. Logo abaixo, separado por um imenso deserto, fica a Calormânia. Sua capital, Tashbaan, é instalada em uma ilha no litoral. A população deste país possui características próximas aos povos árabes. Existe também, abaixo de Nárnia, um grupo de cavernas que compõem o Reino Profundo e, mais abaixo, um país chamado Bismo.

No oceano do mundo de Nárnia existem diversas ilhas que foram descobertas por Caspian X na viagem com o navio Peregrino da Alvorada. Ao chegar ao extremo, a água do mar torna-se doce e depois um tapete de lírios, até chegar ao País de Aslam, que é uma referência ao Céu – destino final do homem, segundo a fé de Lewis.

O mundo de Nárnia foi criado pelo próprio Aslam e narrado no livro O Sobrinho do Mago. Alguns elementos e personagens são incluídos de forma “acidental”, como o lampião quebrado trazido de Londres por Jadis que brotou um novo e deu nome ao local de Ermo do Lampião. Aslam institui durante a criação que Nárnia deveria ser governada por humanos, chamados Filhos de Adão e Filhas de Eva. Os primeiros reis, trazidos do nosso mundo para Nárnia, foram o rei Franco e a rainha Helena. Sua geração reinou por pouco tempo, devido à conquista da Feiticeira Branca, que dominou o país por 100 anos. Os irmãos Pevensie venceram Jadis, mas governaram por poucas décadas e voltaram para Londres. Durante sua ausência, o país foi invadido pelos telmarinos (descendentes de piratas do nosso mundo), eles tentaram destruir o povo narniano, porém não conseguiram – os poucos sobreviventes se esconderam na floresta. O primeiro rei telmarino foi Caspian I e sua estirpe seguiu até Caspian IX. Após a morte dele e depois de sua esposa, devido à pouca idade do príncipe, seu irmão Miraz usurpou da coroa, mas foi restituída pelo próprio príncipe com a ajuda dos irmãos Pevensie e dos narnianos. Caspian X participou de três histórias da série. Sua geração seguiu até o último rei de Nárnia, Tirian.

Para a cronologia desse mundo fantástico, Lewis adaptou o conceito de temporalidade descrito na Bíblia em 2 Pedro 3,8: “um dia para o Senhor é como mil anos e mil anos como um dia”, de forma que os anos em Nárnia são passados de forma independente ao nosso mundo. A Criação aconteceu no ano 1, no nosso mundo era o ano de 1.888. No último ano de Nárnia, em 2.555, aqui era 1.949. Ou seja, enquanto se passaram 61 anos em nosso mundo, Nárnia viveu 2.555. E não existe um cálculo exato de proporções, já que, por exemplo, os irmãos Pevensie reinaram por anos em Nárnia e quando voltam do guarda-roupa estavam no mesmo momento que entraram.

Em Nárnia até as rochas e estrelas são criaturas vivas. Quando Aslam criou esse mundo, deu inteligência e capacidade de falar a diversas espécies de animais, o que os colocou em uma condição especial em relação aos outros animais. Uma diversidade de criaturas das mitologias grega, nórdica e medieval foram incluídas, como os faunos, dríades, centauros, anões e monópodes. Lewis foi ousado ao incluir também em Nárnia a figura moderna do Papai Noel. Além disso, criou personagens exclusivos, como o terrível deus Tash, venerado pelos calormanos.

Existiram duas feiticeiras que assolaram Nárnia: Jadis, a Feiticeira Branca; e a rainha do Submundo, a Dama do Vestido Verde. A primeira era imperatriz de um outro mundo e foi trazida, acidentalmente, por duas crianças da Terra durante a Criação, em O Sobrinho do Mago. Ela ficou escondida no norte do país até voltar mais forte e vencer os narnianos, governando e castigando Nárnia com um inverno rigoroso de 100 anos. Com a ajuda dos irmãos Pevensie, em O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa, o país foi restituído e Aslam destruiu a Feiticeira. Em A Cadeira de Prata aparece a Dama do Vestido Verde, que tenta conquistar Nárnia capturando o filho de Caspian X, príncipe Rilian. Não há uma explicação sobre sua origem, já que feiticeiras não são originárias de Nárnia. O palpite de alguns estudiosos, baseados nas características da personagem, é de que seria a mesma feiticeira Jadis, porém Lewis nunca registrou algo sobre isso. Baseados nesse palpite, a adaptação da série para televisão realizada pela BBC, colocou a mesma atriz, Barbara Kellerman, no papel das duas feiticeiras. É possível que o mesmo seja feito na adaptação aos cinemas, que foi evidenciado na cena onde Caspian invoca Jadis – trecho inexistente nos livros.

Fonte: Manual da Viagem do Peregrino da Alvorada, Sérgio Fernandes

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Ilha do Medo

Parece ironia do destino, mas nunca dei muito crédito aos filmes de Martin Scorsese, ainda pensei na época de O Aviador (com o mesmo Leonardo Dicaprio), mas acabei não mim interessando pela sinopse. Agora vejo o quanto eu perdi, mas como nunca é tarde para começar, então vamos lá.
Ilha do medo é um filme intrigante, daqueles que engana o telespectador, quem o assiste com o decorrer faz e cria opiniões, porém quando chega ao final todas essas opiniões vão por água a baixo, e é nesse ponto que está o charme maior.
Ilha do medo é uma história de conspiração e paranóia em que uma dupla de “policiais” investigam a fuga de uma paciente de um hospital psiquiátrico instalado em uma ilha, onde supostamente está internado também o assassino de sua mulher. Quando um furacão deixa a ilha isolada, Teddy é obrigado a permanecer ali, começa a desconfiar que os médicos realizam experiências ilegais com os internos e entra em choque com os responsáveis pela instituição. Mas, a partir do momento em que os personagens são impedidos de sair da ilha durante a investigação que supostamente chegou ao fim, o filme toma rumos surpreendentes e o confronto entre a sanidade mental e a loucura torna-se viciante. Leonardo Dicaprio está brilhante em um papel muito intenso, ele aparece velho, amargurado e confuso; Nunca o dei muito crédito mas dessa vez tiro o chapéu para ele, consegui passar credibilidade como vítima de uma conspiração elaborada, mas no final nos é revelado que ele não passa de um esquizofrenico que cria para si uma realidade capaz de camuflar uma realidade que nenhum ser humano em sã conciência seria capaz de suportar. Sem esquecer de elogia a trilha sonora que deixa o coração na mão, digno de qualque suspence; e da bela fotografia do filme, que faz viajar por belas situações em meus a todo aquele caos.

Sinopse:
No ano de 1954, os agentes federais Teddy Daniels e Chuck Aule investigam o desaparecimento de uma interna do Hospital Psiquiátrico Ashecliffe. Ao viajarem para a ilha de Shutter - localizada em Massachusetts para cuidar do caso eles descobrem que os médicos realizam experiências radicais com os pacientes, envolvendo métodos ilegais e antiéticos. Teddy tenta buscar mais informações, mas enfrenta a resistência dos médicos em lhe fornecer os arquivos que possam permitir que o caso seja aberto. Eles encontram uma rebelião de presos, devido a um furacão que se aproxima da ilha, e ficam impossibilitados de sair da ilha e imerso em uma rede de intrigas.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

A Caixa

A caixa é um filme que vale a pena ser conferido apenas pela atuação de Cameron Diaz, que está brilhante. Acostumado a associar Cameron Diaz a filmes de Ação e comédias românticas, fiquei surpreso com sua atuação em A Caixa, mas é só isso que vale apena nesse trailer. Com um roteiro baseado na interrogação “o que você faria se lhe entregassem uma caixa com apenas um botão e, se você o apertasse lhe deixaria milionário, mas ao mesmo tempo, tirasse a vida de alguém que você não conhece?”. No começo parece instigante, mas ao decorrer do filme, torna-se cansativo e apelativo devido aos clichês utilizados para entreter. Porém devo ressaltar que tem cenas ótimas como a que Arthur depois de “abduzido” aparece “congelado” sobre a cama da esposa e quando há o descongelamento e ele cai em cima de esposa. E ainda o foco em Jean Paul-Sartre e sua máxima de que “o inferno são os outros” dessa frase vem parte do roteiro. Já o nome do filme vem da seguinte explicação “morremos numa caixa, moramos numa caixa a vida inteira, andamos numa caixa” parece idiota, mas faz sentido.

SINOPSE:
O que você faria se lhe entregassem uma caixa com apenas um botão e que se você o apertasse lhe deixaria milionário mas, ao mesmo tempo, tirasse a vida de alguém que você não conhece? Norma Lewis (Cameron Dias) é uma professora e o seu marido, Arthur (James Marsden), é um engenheiro da NASA. Eles são um casal com um filho que leva uma vida normal morando no subúrbio. Tudo muda quando um misterioso homem aparece com uma proposta tentadora: a caixa. Norma e Arthur têm 24 horas para fazer a escolha. Logo eles irão descobrir que certas escolhas estão fora de seu controle e vão muito além da fortuna e do destino.

Sherlock Homes

Pra ser sincero eu nunca fui fissurado pelos livros de Sherlock Homes e nunca tinha acompanhado nenhuma de suas adaptações, mas quando vi o trailer desse filme eu fiquei com as expectativas a mil.
Fiquei surpreso em descobrir um Sherlock Homes (Robert Downey Jr) super intrigante e instigante, com características que o tornam irresistível, entre tantas posso destacar a sua arrogância com o tom cômico e sisudo, sua incrível inteligência, capaz de desvendar os maiores mistérios usando seus conhecimentos de química e a dedução. Mas como ninguém é de ferro, lá está ele sempre acompanhado de seu fiel escudeiro, o médico John Watson (Jude Law). Com uma história intrigante, porém é preciso prestar atenção para desvendar os mistérios, saber os rumos da trama e não se perder pelo meio do caminho, é preciso embarcar na aventura e não tentar adivinhar como tudo termina, pois por incrível que pareça no final tudo faz sentido. Não poderia deixar de comentar sobre a dupla de protagonista tanto Robert Downey Jr quanto Jude Law estão ótimos em seus respectivos Sherlock Holmes e Watson, atuações perfeitas, e como não poderia deixar de notar na fotografia do filme sempre com um tom de nostalgia épica.

SINOPSE
O thriller de ação e mistério narra uma nova aventura de Sherlock Holmes (Robert Downey Jr.) e seu leal parceiro Watson (Jude Law). Tudo parece normal na vida de ambos: após a resolução de mais um caso - eles conseguem deter o Lorde Blackwood, que matou inocentes mulheres em rituais e foi condenado à morte - Sherlock não encontra motivação para desvendar outros mistérios e Watson pretende dar um novo rumo à sua vida. Dr. Watson está prestes a se casar e Holmes não quer perder o companheiro de aventuras. Mas, Lorde Blackwood ressurge das cinzas. O maquiavélico vilão não morre, o que faz Watson voltar a ajudar Holmes, mesmo a contragosto. Eles se unem para deter Blackwood, que está disposto a executar um plano ainda mais diabólico, que pode fazer com que Londres vá pelos ares.

domingo, 2 de agosto de 2009

O tatuador

A tatuagem é uma bela arte, que desde muito cedo praticadas por diversos povos, usadas como reza a lenda como forma de cura, expressão da personalidade, na identificação de uma mesma comunidade tribal. Mas por certo tempo passou a representar um símbolo de marginalidade, título esse perdido já há muito tempo. É nesse contexto que se baseia o filme o Tatuador, um artista obcecado em aprender uma nova técnica e a criar seus próprios desenhos, acaba se entrelaçando em uma cultura desconhecida, e com isso ele terá que descobrir histórias escondidas há muito tempo pra livrar a sua amada da sina, criada por ele mesmo. O filme conta com uma estética muito bonita, como já era de se esperar por se tratar desse tema, mas o filme deixa a desejar no roteiro e continuação tornando o mediano, ficando a sensação de que poderia ir muito mas além. Certamente uma boa pedida para os amantes da tatuagem.

Sinopse:
O Tatuador é a história de um artista que faz tatuagens (Behr) e que se torna fascinado e obcecado por aprender a técnica de tatuagem das ilhas de Samoa. Este desejo acaba por colocá-lo em perigo com o misticismo presente na ilha e onde um perigoso espírito acaba por ser solto.

Gran Torino

Esse titulo traz a idéia de que vem mais um “filme de carro, como tantos outros” mas só de ver a capa essa idéia e disfeita; A película leva esse nome graças a um outro ator coadjuvante, um Gran Torino 1972, O filme retrata um velho racista, patriota, conservador e amargurado, infernizado pela violência vivida na guerra da Koréia, que o deixou amargo e sem compaixão, Walt Kowalski (Clint) tenta levar uma vida normal, mas quando fica viúvo, os fantasmas de sua vida começam a lhe assombrar de vez, mas tudo piora quando uma familia de Koreanos chega pra morar na casa ao lado da sua. A história começa a se desenrolar com a morte de sua esposa, a viuvez leva-o a desenterrar o passado e a confrontar-se com o seu eu. Mesmo com a mudança rápida na personalidade do personagem, o filme não perde a força, mas deixa a desejar pelo fato dessa mudança seguir a linha dos filmes holydianos “arrancar lagrimas do telespectador”. O filme ainda aborda temas como: racismo escancarado, xenofobia, violência sem pudor, a guerra territorial; temas esses abordados de forma clásica e intimista, de uma forma que Clint Eastwood sabe fazer como ninguém. Fazendo de Gran Torino um belo filme sobre a solidão de um homem como escolha de vida, mas que é tocado pela injustiça, e então toda a grandeza do ser humano reto e decente se revela de forma arrebatadora, na solução que encontra para sí e para os outros. Só resta lamentar por esse ser o último papel de Clint Eastwood diante das telas, mas o que traz consolo e saber que ele continuará a nos emocionar por trás das câmeras.

Sinopse:
Walt Kowalski (Clint Eastwood) é um inflexível veterano da Guerra da Coréia, que está agora aposentado. Para passar o tempo ele faz consertos em casa, bebe cerveja e vai mensalmente ao barbeiro (John Carroll Lynch). Sua vida é alterada quando passa a ter como vizinhos imigrantes hmong, vindos do Laos, os quais Walt despreza. Ressentido e desconfiando de todos, Walt apenas deseja passar o tempo que lhe resta de vida. Até que Thao (Bee Vang), seu tímido vizinho adolescente, é obrigado por uma gangue a roubar o carro de Walt, um Gran Torino retirado da linha de montagem pelo próprio. Walt consegue impedir o roubo, o que faz com que se torne uma espécie de herói local. Especialmente para Sue (Ahney Her), mãe de Thao, que insiste que deve trabalhar para Walt como forma de recompensá-lo.

domingo, 26 de julho de 2009

Uma Família Bem Diferente

Uma forma interessante de mostrar o relacionamento de um casal gay, sem causar polêmica, pois o tema por si só já é polêmico, mostrando nesse caso a história de Éric, que pra esconder sua sexualidade, se propõe a agradar a sociedade, e se tornando o verdadeiro esteriótipo de “macho”, mas esse seu mundinho vai virar de cabeça pra baixo com a chegada do sobrinho de seu namorado. Uma comédia leve, sem exageros, que cativa pela linguagem e pela ótima atuação de Noah Bernett, o menino que faz o Scot, que nos proporciona cenas hilárias e outras que fazem a todos refletir sobre o que devemos passar para as crianças na fase de aprendizagem. Uma obra que se destaca por abordar o tema da personalidade, de ser você mesmo, seguir seus próprios desejos e não ser apenas mais um entre tantos iguais.

Sinopse:
Eric (Tom Cavanagh) vive para o hóquei. Agora na faixa dos trinta, ele deixou sua carreira de jogador profissional para se tornar comentarista de esportes na TV. É uma vida de sonho! Mas quando o namorado de Eric, Sam (Ben Shenkman), avisa que eles terão que cuidar temporariamente de um menino, o confortável mundo de Eric desmonta. Chega Scot (Noah Bernett), recém-órfão, um menino efeminado de 11 anos e o oposto exato de Eric. Assustados com a alegria de viver de Scot, Eric e Sam gentilmente afastam Scot dos perfumados cremes para mãos e de tudo o que for cor-de-rosa, buscando um passatempo mais "aceitável": o hóquei. Mas após o primeiro e desastroso jogo de Scot, Eric começa a repensar as concessões que fez em sua própria vida, para poder ser "aceito".